Arquivo - fevereiro, 2010


A maioria das empresas está focada nas próprias ações e se esquece de prestar atenção no que seus principais concorrentes estão fazendo. A preparação para não ser atacado pela concorrência é extremamente necessária nos dias de hoje, em que existem menos barreiras de entrada e mais opções de produtos e serviços substitutos. Estar preparado para qualquer ataque da concorrência pode evitar que a sua empresa e suas vendas caiam drasticamente.

John Graham, autor do livro “Marketing da Atração: A Estratégia Rápida para Colocar sua Empresa no Topo”, defende que a única iniciativa prudente é a de “blindar” seu negócio, tornando-o à prova de balas, antes que o tiroteio comece.

Mesmo que o conceito pareça óbvio, poucas empresas estão realmente preparadas quando o tiroteio começa – sejam tiros dos competidores mais agressivos ou de uma economia conturbada. A maioria das empresas simplesmente torce pela melhora das condições. “As coisas vão melhorar”, dizem confiantemente. “Já passamos por isto antes”. Para Graham, essas frases refletem simplesmente a ignorância empresarial, que pode levar uma empresa a fechar suas portas.

Pode parecer um pouco de exagero de sua parte, mas Graham tem razão no que diz, e quem já passou por isso sabe do que estou falando. O mercado é competitivo e os clientes, hoje, têm muito mais opções do que tinham antes. E sua equipe tem de estar preparada para enfrentar e superar essa concorrência.

Existem passos práticos que uma empresa pode dar, para garantir seu futuro. E o que vai acontecer se você respeitar essas estratégias? Nos tempos de vacas gordas, você ganhará dinheiro como nunca. E se um concorrente tentar derrubá-lo, você não será vulnerável. Parece bom? E é! Confira aqui os conselhos de Graham para você montar suas defesas e blindar sua empresa:

– Nunca pare de se preocupar.
- Nunca tome um cliente por garantido.
- Nunca se contente com o que tem.
- Nunca assuma que você realmente conhece seus clientes.
- Nunca assuma que amanhã será melhor do que hoje.
- Nunca pare de vender sua empresa para seus clientes.
- Nunca dependa da reputação do preço mais baixo.

O trabalho de blindar sua empresa não é mais uma opção. Também não é o tipo da coisa que você deixa para fazer quando tiver tempo e as coisas estiverem mais tranqüilas. Essa blindagem é justamente a base para manter sua empresa forte e crescendo.

Além disso, é uma estratégia que requer planejamento, atenção consistente e intensidade. Mas os resultados sempre valem a pena, como diz o ditado: “Não existe nada mais emocionante do que tentar te atingir e não conseguir”.

* Raúl Candeloro
raul@vendamais.com.br

logo As marcas mais valiosas do mundo e como elas chegaram lá

Conhecido como um fenômeno de popularidade e inovação, o Google se transformou na marca mundial que mais ganha valor. É o que mostra o ranking das marcas mais valiosas do mundo, realizado pela consultoria Interbrand, em parceria com a BusinessWeek. A grife conquistou um crescimento de 44% no ano de 2007, ano em que a marca Google passa a valer mais de US$ 17 bilhões e ocupar o 20º lugar da tabela. “A companhia é uma estrela em ascensão. Eles estão fazendo muita coisa bem feita, uma delas é priorizar a marca como parte da sua estratégia, além da agressividade na inovação”, acredita Alejandro Pinedo, diretor-geral da Interbrand no Brasil. Como já se tornou tradição a Coca-Cola, pela sétima vez consecutiva, ocupa a dianteira do ranking. “O tamanho, a idade e a gestão da marca são algumas das justificativas para essa posição”, aponta Pinedo. Hoje, a marca coca de refrigerantes vale US$ 65,2 bilhões.

Este ano, os nomes que mais perderam força foram Ford, GAP, Kodak, Pizza Hut e Motorola. “Sofreram desvalorizações porque não acompanharam o consumidor, não entenderam o momento do mercado”, detecta Pinedo. De acordo com o executivo, estas marcas não se atualizaram. “A Ford tem carros antiquados, a Pizza Hut não renovou cardápio nem melhorou as lojas. Já a Motorola apostou alto em um só produto, o RZR, e investiu menos na marca corporativa”, pondera Pinedo.

coca cola As marcas mais valiosas do mundo e como elas chegaram lá

Na edição deste ano do ranking, a Interbrand não se deteve apenas a listar o valor de cada marca e elaborou uma lista de quatro tendências em gestão de marca:

1. Desenvolvimento de pontos de contato – As grifes mais valiosas encontram maneiras complementares de atingir os seus consumidores. Um exemplo é a rede de cafeterias Starbucks, que conseguiu criar uma relação diferenciada com o consumidor. “A marca não se restringe à loja, ela quer acompanhar o consumidor na rotina diária”, afirma o diretor da Interbrand Brasil. Os clientes podem comprar livros e cds que leram ou escutaram dentro da própria loja.

2. Gerar maior demanda para a marca – Trata-se de fazer com que o consumidor desejado pela grife a escolha acima de todas as outras que tentam atingi-lo. Os nomes que conseguiram com sucesso chegar a este patamar são Apple e Nintendo. “A Apple cria um furor tão grande ao redor da marca que qualquer modelo novo gera curiosidade”, ressalta Pinedo.

3. Modelos de Contingência, que englobam cenários de risco e planejamento de eventualidades. Esse item se refere às companhias que projetam cenários futuros e concentram toda a sua energia para que eles se tornem realidade. “É um passo além do planejamento estratégico, não é só olhar pro futuro, mas desenhar o cenário ideal e mover toda a empresa pra que ele se torne real”, explica o diretor. De acordo com Pinedo, uma das marcas que mais se encaixa no perfil é a Toyota, que há anos previu que a preocupação com o meio ambiente estaria presente e buscou soluções alternativas ao petróleo. “Hoje, é a empresa do ramo mais associada com este conceito”, completa.

4. Planejar Eficiências – “A idéia desta ferramenta é identificar o ponto forte da marca e apostar todas as fichas nela”, esclarece Pinedo. Há varias maneiras de se fazer isso, investindo em eventos, em patrocínios, em mudanças nos pontos-de-venda. “A Zara entendeu que as lojas rendem a melhor oportunidade de causar impacto no consumidor e preferiram investir menos em publicidade”, conta Pinedo.

FONTE: Revista AMANHÃ

Rodrigo Sánchez (Solo) e Gabriela Quintero (Base) é uma dupla mexicana que ganhou reputação tocando em pubs e bares de Dublin e apesar do seu estilo incomum acabou ganhando seguidores. São conhecidos pela habilidade, velocidade e técnica em seus violões. 

Breakfast por grohsART!g

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Life in Technicolor

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Jaime Jasso Digital Work

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Greenday – Basket Case

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Basket Case” é um single da banda estadunidense Green Day, do álbum Dookie. Foi lançado em 1994/1995 pelas gravadoras Wea International e Reprise Records.

A arte da inovação

inovacao A arte da inovação

O que é inovação? Inovar significa tornar novo, renovar, enquanto inovação traduz-se pelo ato de inovar. Várias definições existem pelo meio sobre este tema. Apesar das diferentes interpretações todas compartilham da mesma essência: o ineditismo e as vantagens competitivas. Inovar é ser original, além te ter idéias que gerem claras vantagens competitivas e implementá-las com sucesso antes de seus concorrentes.

Por que inovar? Simplesmente porque isso aumenta suas chances de sucesso e se você não inovar, outros o farão ganhando as vantagens competitivas que você almejava. Basicamente existem dois motivos pela busca na inovação: tecnológicos e econômicos.

Motivos tecnológicos implicam em atualizar processos, dinamizando-os ou criando novos nichos de mercado através de novos produtos. Já a motivação econômica está atrelada a melhoria de condições de trabalho e/ou redução de custos além de um cuidado estratégico com o meio ambiente.

Interessante pensar em inovação, pois significa quebrar com paradigmas do passado. Estar desatrelado do passado é quase que uma obsessão aos grandes inovadores, os empreendedores start-up possuem um papel fundamental neste processo, já que costumam criar algo do zero ou de uma idéia abandonada.

O que é uma empresa inovadora? Basta dizer que para inovar é preciso de um espaço de inovação. Uma descentralização das informações também é fundamental, abrindo assim espaço para outras mentes contribuírem no processo criativo. Um gestor adaptado a gestão participativa também é fundamental, não adianta existirem mentes criativas e um gestor “cabeça dura’. Simplesmente não vai funcionar.

Então, qual seria o perfil de um empreendedor inovador? Além do perfil participativo, ele precisa estar sempre procurando uma idéia nova para transformar em oportunidade de negócios. Mas isso não vai adiante se ele não possuir o famoso “senso de urgência”. Que na prática é o arregaçar as mangas e fazer. Não ter medo dos riscos e ter uma grande capacidade de persuasão. Fazer com que outros se apaixonem pelas suas idéias é o grande desafio nestes tempos em que a afasia e a passividade imperam.

Por Jorge Jacoh Ferreira – 27 de fevereiro de 2010 – 17:55
jorge.jacoh@hotmail.com

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Apocalyptica é uma banda finlandesa formada por três exímios violoncelistas e, desde 2005, um baterista. Tem como especialidade o “symphonic metal” (heavy metal tocado por instrumentos de música sinfônica), tocando também música clássica. Todos os formadores frequentaram a Academia Sibelius, em Helsinque, onde se conheceram e, em 1993, se juntaram para fazer, por diversão, arranjos com violoncelos.

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M.A.D. by Hadouken!

hadouken M.A.D. by Hadouken!

Hadouken! é uma banda britânica de “new rave” formada em 2004 e graças ao Myspace e YouTube, ganharam popularidade entre o público jovem e adulto. NME nomeou-os como a melhor banda na categoria “NME Breaking Bands”.
O nome da banda foi inspirado num movimento que consiste no atirar de uma bola de fogo no videogame “Street Fighter”.
Geralmente, classificam a música como grindie passando pelo indie rock, grime e new rave e ainda junto techno e algumas samples do Nintendo Game Boy.

Banda:
James Smith – Vocalista / Alice Spooner – synths, keyboards / Pilau Rice – Guitarrista / Chris Purcell – Baixo e Backing-vocal / Nick Rice – Bateria

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