Categoria: Artigos


Por Alexandre Rocha

Você pode até não saber do que se trata quando alguém fala sobre o Grupo Camargo Corrêa, ou São Paulo Alpargatas, mas é quase impossível que não conheça o conforto e a sensação de liberdade proporcionada pelas suas mundialmente conhecidas sandálias Havaianas.

De fato o produto não era lá essas coisas há algumas décadas, mas sua evolução (e esforços de Marketing), resultaram em um produto líder e até mesmo desejado, com variações de cor e modelos que transformaram o seu público-alvo em uma legião de colecionadores.

Confira algumas peças com a comunicação Havaianas pelo mundo.

 Não deforma, não tem cheiro, não solta as tiras

Europa

 Não deforma, não tem cheiro, não solta as tiras

Europa

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Por Alexandre Rocha

Fevereiro de 2012 (o ano em que o mundo acaba, ou não…). Você pode não ter se dado conta ainda de que o primeiro mês já se foi, mas para começar este mês com um post especial, nada melhor que homenagear seus ilustres aniversariantes. Para isso, contamos com o belo trabalho do português de Viseu, L Filipe dos Santos. Vale à pena também uma passada no portfólio do artista.

573581240076194 Aniversariantes ilustres de fevereiro   Por L Filipe dos Santos Ver artigo completo »

O cliente tem sempre razão?

Uma simples pergunta que traz consigo a complexa lacuna entre sucesso e fracasso nos negócios.

Por Alexandre Rocha

 

Há algum tempo ainda era comum ver pessoas afirmarem com toda sua certeza que quando se trata de negócios é o cliente quem tem sempre razão, uma posição tão perigosa quanto tragicamente errada. O tempo passou e as coisas mudaram até que os mais antenados e conscientes sabem que a história não é bem assim, afinal há uma enorme distância entre o cliente ser a sua razão de existir e sempre estar certo.

Vamos comparar os negócios com um relacionamento homem-mulher e você entenderá rapidamente que também corresponde a uma relação onde deve haver perfeito equilíbrio com a compensação de oferta e demanda que há entre as partes, impedindo que uma delas haja de forma arbitrária. Um casal decide em parceria a programação de uma noite de lazer de maneira que o evento seja igualmente interessante para ambos, assim como uma empresa não apenas cria e lança ao mercado um produto do seu jeito da forma que “acha” que deve ser (ao menos na teoria não pode ser assim!). Há sempre ao menos o mínimo de estudo das necessidades e desejos do consumidor (mesmo que este ainda nem saiba que tem potencial para ser).

Não, eu não defendo aqui a idéia de um posicionamento em que a empresa deve prevalecer ou que o cliente não sabe o que é melhor para si, o ponto é que erros podem acontecer da parte de ambos. As empresas precisam cuidar de pesquisa e desenvolvimento para entregar aquilo que é mais próximo de atender preferencialmente a toda a sua fatia de mercado, o que é uma missão de extrema dificuldade. Além disso, as organizações precisam aceitar que a rejeição do público a um determinado produto ou serviço pode sim ser resultante de uma falha na idealização, produção ou entrega do mesmo, o cliente por sua vez deve ser informado sempre de forma clara, objetiva e principalmente verdadeira sobre tudo o que envolve a relação de consumo para afastar o risco de sequer precisar descobrir o certo e o errado em alguma situação adversa. Ver artigo completo »

Por Alexandre Rocha

Você tem pensado com uma frequência cada ve maior que o seu dia poderia ter mais horas para aqueles milhões de coisas que estão na sua agenda? Não se preocupe, muita gente no planeta também passa pela mesma situação. Para felicidade de todos, aumentar as horas no dia não é possível e na realidade o que talvez seja o único meio de “esticar” o dia é um mix de planejamento e a adaptação, ou seja, ao invés de continuar lamentando o que poderíamos fazer se o dia tivesse 32 horas devemos adotar alguns hábitos que podem fazer muita diferença.

Não se preocupe com a formalidade nem planeje o dia de forma complexa como se faz com os negócios, faça-o de forma leve e tranquila sem deixar sua vida ficar “engessada” pois acabaria caindo na armadilha de uma vida monótona, mecânica e entediante.

Confira agora 10 hábitos que podem fazer bastante diferença no seu dia extraídos do site www.administradores.com.br

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Lista traz Kotler e brasileiros Cláudio Torres e Conrado Adolpho Vaz na liderança

Por Bruno Mello, do Mundo do Marketing | 14/12/2010
bruno@mundodomarketing.com.br

A maior autoridade do Marketing no mundo, Phlip Kotler, continua sendo o autor mais lido do segmento no Brasil. É dele o livro mais vendido em 2010: Administração de Marketing, a mesma obra que liderou o ranking elaborado pelo Mundo do Marketing em 2008 e 2009. Este ano, Kotler também está entre mais comercializados com Princípios de Marketing e Marketing 3.0, em oitavo e nono lugar no levantamento, respectivamente. Até aqui, tudo normal. A grande novidade em 2010 são cinco brasileiros presentes na lista preparada a partir das vendas nas livrarias Saraiva, Fnac, Cultura e no site Submarino.

Dois autores nacionais estão empatados em segundo lugar. A Bíblia do Marketing Digital, de Cláudio Torres, e Google Marketing – O Guia Definitivo do Marketing Digital, de Conrado Adolpho Vaz, estão logo depois de Kotler e à frente de um dos livros mais celebrados recentemente: A Lógica do Consumo – Verdades e Mentiras Sobre Por Que Compramos, assinado por Martin Lindstrom. Logo em seguida, vem mais brasileiros.

Completam o ranking André Telles, com A Revolução Das Mídias Sociais, Julio Ribeiro, com Fazer Acontecer.Com.Br, e Arthur Bender, com Personal Branding – Construindo Sua Marca Pessoal, respectivamente quinto, sexto e sétimo colocados no do Mundo do Marketing. A Arte da Guerra, de Sun Pin e Sun Tzu, fecha a lista deste ano que mostra o que pode parecer um paradoxo. O mundo digital puxou a venda de livros analógicos.

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Por Elias Guilherme Trevisol*

Há distinções entre Marketing e Propaganda ou como popularmente se conhece, são sinônimos? Tanto no meio social, quanto no meio acadêmico, essa dúvida persiste e permeia qualquer discussão sobre a popularização ou conhecimento de algum produto. O presente artigo possui a pretensão de elucidar as questões relativas a essa tão audaz e antiga dúvida: fazer Marketing é o mesmo que fazer Propaganda? Ver artigo completo »

Por José Cledson de Lima Silva

Vamos voltar a mais ou menos duas décadas atrás, quando o boom da internet ainda estava iniciando.

Analisemos como o marketing e suas varias combinações trabalhavam para que um produto chegasse às mãos de um consumidor.
Pensaram?

Só para refletirmos com mais clareza, vamos repensar o habitual e já consagrado composto mercadológico denominado no universo da ciência da Mercadologia como “Mix de Marketing” ou os “4 p´s”.

Como bem sabemos essas variáveis se adequavam aos vários modelos de negócios de corporações, pois sua aplicação é totalmente moldável de acordo com as estratégias das organizações. Lembrando que esse conceito já evolui na concepção de muitos autores, e já sabemos que a trajetória dos “P´s” está muito mais avançado que as suas 4 variáveis convencionais. Para consenso geral e por motivos de conceituação vamos trabalhar o mais habitual. Ver artigo completo »

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