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Por Alexandre Rocha – Conteúdo sugerido por Flávio Xavier.

Mais de 550.000 visualizações. Esta é a marca atingida para o número de visualizações do vídeo lançado pelo Kibe Loco satirizando o atendimento da rede de restaurantes Spoleto, misturando de forma divertida a metodologia fastfood do McDonald’s e, digamos, a disciplina de Tropa de Elite.

O vídeo nos lembra que em tempos onde redes sociais, internet e tecnologia estão “bombando”, a poderosa opinião do cliente  pode explodir como uma bomba-relógio quando menos se espera (e onde menos se espera, pois há inúmeros canais), causando os mais variados resultados, que às vezes se traduzem em brincadeiras, que feitas de forma sutil, viralizam surtindo efeito positivo após o comportamento da “marca-alvo” ao receber a crítica com inteligência e respeito pelo público.

O site Kibe Loco publicou o primeiro vídeo (Porta dos Fundos – Fast Food) no dia 13 de agosto, e não demorou muito para que a rede de restaurantes fechasse parceria, para a sequência (isso mesmo, a continuação da sátira!).  Apesar de precisar do “empurrãozinho” do vídeo de humor para reconhecer um problema no atendimento, a marca Spoleto não perdeu tempo e em pouco mais de duas semanas lançou, o segundo vídeo (onde passa a bola da culpa para a equipe). Confira agora vídeo lançado ontem (29/08).

vermais Spoleto   Grandes poderes trazem grandes responsabilidades

O cliente tem sempre razão?

Uma simples pergunta que traz consigo a complexa lacuna entre sucesso e fracasso nos negócios.

Por Alexandre Rocha

 

Há algum tempo ainda era comum ver pessoas afirmarem com toda sua certeza que quando se trata de negócios é o cliente quem tem sempre razão, uma posição tão perigosa quanto tragicamente errada. O tempo passou e as coisas mudaram até que os mais antenados e conscientes sabem que a história não é bem assim, afinal há uma enorme distância entre o cliente ser a sua razão de existir e sempre estar certo.

Vamos comparar os negócios com um relacionamento homem-mulher e você entenderá rapidamente que também corresponde a uma relação onde deve haver perfeito equilíbrio com a compensação de oferta e demanda que há entre as partes, impedindo que uma delas haja de forma arbitrária. Um casal decide em parceria a programação de uma noite de lazer de maneira que o evento seja igualmente interessante para ambos, assim como uma empresa não apenas cria e lança ao mercado um produto do seu jeito da forma que “acha” que deve ser (ao menos na teoria não pode ser assim!). Há sempre ao menos o mínimo de estudo das necessidades e desejos do consumidor (mesmo que este ainda nem saiba que tem potencial para ser).

Não, eu não defendo aqui a idéia de um posicionamento em que a empresa deve prevalecer ou que o cliente não sabe o que é melhor para si, o ponto é que erros podem acontecer da parte de ambos. As empresas precisam cuidar de pesquisa e desenvolvimento para entregar aquilo que é mais próximo de atender preferencialmente a toda a sua fatia de mercado, o que é uma missão de extrema dificuldade. Além disso, as organizações precisam aceitar que a rejeição do público a um determinado produto ou serviço pode sim ser resultante de uma falha na idealização, produção ou entrega do mesmo, o cliente por sua vez deve ser informado sempre de forma clara, objetiva e principalmente verdadeira sobre tudo o que envolve a relação de consumo para afastar o risco de sequer precisar descobrir o certo e o errado em alguma situação adversa.

vermais O cliente tem sempre razão?

Por Alexandre Rocha

Você tem pensado com uma frequência cada ve maior que o seu dia poderia ter mais horas para aqueles milhões de coisas que estão na sua agenda? Não se preocupe, muita gente no planeta também passa pela mesma situação. Para felicidade de todos, aumentar as horas no dia não é possível e na realidade o que talvez seja o único meio de “esticar” o dia é um mix de planejamento e a adaptação, ou seja, ao invés de continuar lamentando o que poderíamos fazer se o dia tivesse 32 horas devemos adotar alguns hábitos que podem fazer muita diferença.

Não se preocupe com a formalidade nem planeje o dia de forma complexa como se faz com os negócios, faça-o de forma leve e tranquila sem deixar sua vida ficar “engessada” pois acabaria caindo na armadilha de uma vida monótona, mecânica e entediante.

Confira agora 10 hábitos que podem fazer bastante diferença no seu dia extraídos do site www.administradores.com.br

vermais Sim, é possível dar uma esticada e ganhar mais tempo no dia.

Por Alexandre Rocha

Nos últimos anos o Marketing tem sido consideravelmente mais percebido pelas pessoas em todo o mundo (seja da forma certa ou míope), e como num piscar de olhos todos buscam uma lacuna onde encaixar a “palavra mágica” para coroar discursos pomposos quando se trata de negócios (Foi definitivamente um Marketing muito eficaz! – ãh?!?!). Como se não bastasse utilizar a ciência como coringa para preencher lacunas no jogo das palavras, é também notória sua utilização em imensas lonas, front lights, outdoors e outras mídias em situações capazes de abalar perante o mercado e sociedade a credibilidade do profissional qualificado de fato.

No trajeto que percorro frequentemente até o centro da cidade me chamou atenção há alguns dias um front light de aproximadamente 50m² compondo a fachada do que é um misto de bureau e agência de publicidade onde havia como slogan “Marketing e soluções criativas”. Tal fato sem dúvidas aguça a curiosidade de qualquer estudioso do assunto e ainda realça a miopia que toma conta do mercado, talvez originada nas salas de aula de universidades ou conceitos infundados de meros curiosos.

Naquele momento não me vinha à mente outra coisa senão uma vontade imensa de entrar na empresa com um sorriso esperançoso pedindo uma pesquisa de mercado sobre o cenário atual no Estado acerca dos serviços de consultoria de Marketing para pequenas empresas, sem deixar de considerar é claro variáveis macroeconômicas, e incluir projeções sobre a possibilidade das fusões/aquisições gerarem “megaempresas blindadas” representarem barreiras de entrada para companhias nacionais de menor porte no mercado em um segmento específico (omitido no texto).

vermais Marketing... soluções criativas... como assim?!?!

O que acontece se tivermos a ousadia de nos prendermos aos fatos que a pesquisa extrai é que 95% das marcas perderam o fio da meada e não sabem

Por Marco Roza, Administradores.com.br

A pesquisa “O Consumo Popular e as marcas”, que se apresenta como “Construindo confiança para gerar valor” e que surgiu da parceria entre o Ibope Inteligência e a Troiano teve como uma de suas principais conclusões que as marcas, quase na sua totalidade, ainda buscam alternativas para conquistar a confiança do novo consumidor.

Consulte os detalhes em (http://brandinsights.com.br/pagina/29) e verá que “das 64 marcas pesquisadas, apenas 3% estabeleceram relação duradoura e sustentável com o consumidor de baixa renda, ou seja, mais de 95% ainda estão buscando alternativas para conquistar a confiança desse novo consumidor.”

O estudo foi uma iniciativa do Grupo Meio & Mensagem e teve os resultados apresentados no evento MaxiMídia 2008. A análise contou com um amplo trabalho de campo, com 3.003 entrevistas e 20 vivências etnográficas.

Pois bem. As informações estão lá, claras, desde as primeiras conclusões da pesquisa, que focou 4 mercados específicos: Cerveja, Fast Food, Financeiro e Telecom. E analisa a relação dos consumidores com o produto, a distribuição, o preço, o atendimento, a comunicação e a marca.

Diante de um quadro tão drástico, os analistas da própria pesquisa criaram uma variável que chamam de “Espaço de Realização”, que deve ser interposta entre a realidade nua e crua que confirma o abandono de 95% das marcas e uma suposta expectativa de realização futura que seria complementada por este tal “Espaço de Realização” dos consumidores.

Lorota, do tipo, conte outra.

O que acontece se tivermos a ousadia de nos prendermos aos fatos que a pesquisa extrai é que 95% das marcas perderam o fio da meada e não sabem, ainda, se comunicar com estes novos consumidores, que consumirão, em 2010, cerca de 750 bilhões de reais.

São pessoas acostumadas com a vida dura há muitos anos. E que além da dificuldade de ganhar seu dinheirinho tiveram ainda que enfrentar o abandono, o tratamento frio, indiferente e até mesmo preconceituoso nas escolas, nos hospitais, na sociedade e, agora, nas lojas e nos shoppings.

Mas são homens e mulheres, jovens e idosos, famílias inteiras que emergem dos cortiços, favelas, bairros periféricos e que chegam agora com seus reais estáveis e que precisam ser levados a sério se alguns setores do mercado têm a intenção de aproveitar a nova onda e expandir seus negócios. Mas como chegar até seus corações, mentes e, principalmente, bolsos? Propaganda em massa funciona, mas qual é a parte do investimento que retorna? Talvez apenas os 4% constatados pela pesquisa Ibope Inteligência/Troiano.

Mais do que propaganda unilateral, conceitual e elitista esse povão consumidor quer interação, quer ser mobilizado. Pois depois de ter sido abandonado à própria sorte por tanto tempo não entende mais o que lhes propõe os anúncios que vê na televisão ou ouve nas rádios. O abandono que impõem às marcas não é, portanto, intencional. Nem se prende a uma suposto e fantasioso “Espaço de Realização”. Simplesmente não entendem e muito menos se emocionam as mensagens que lhes chegam.

Porque suas referências são apoiadas em vivências sociais nos bairros distantes e nas comunidades que os remetem aos Estados de origem e nas atividades culturais e religiosas. Foram nestes ambientes que eles e elas se reproduziram social, cultural e economicamente ao longo de décadas.

E hoje têm enormes dificuldades em entender mensagens unilaterais propostas por marcas e fabricantes que nunca interagiram com suas vivências sociais, sustentadas, sempre, pela família, igreja, vizinhança, time da várzea, longas viagens de trem, metrô e de ônibus, escola dos filhos, aniversários em família etc.

Se quisermos aproveitar as novas oportunidades e ocupar nestes corações, mentes e bolsos o lugar que poderia ser reservado em confiança de 95% das marcas, é a hora de buscar novas maneiras de mobilizar este povão, através de interação constante a partir dos seus locais de vivências sociais para ampliar as chances de participar desta tendência que é absoluta.

E mobilizá-los requer perceber, em profundidade, o que os emociona. Pois a emoção é a linguagem universal que transcende origens sociais, culturais e econômicas. Porque são consumidores que chegam para ficar. E que vão respeitar quem os entende, a ponto de emocioná-los. E além disso, estamos falando de um consumo anual de R$ 750 bilhões.

Marco Rozadiretor da Agencia Consumidor Popular

Por Ivan Postigo

É inegável que os avanços tecnológicos têm permitido fabricar produtos cada vez melhores, mais baratos, gerando uma brutal concorrência, dificultando ao consumidor a diferenciação e facilitando-lhes o acesso.
Também é verdade que qualquer produto pode ser diferenciado, basta ir ao mercado e você vai encontrar os que se destacam, tem sua qualidade reconhecida, até por pessoas que nunca os usaram.

Qualidade não significa necessariamente que os materiais e a forma de construção são superiores aos de seus concorrentes, temos que tratá-la como o pacote de benefícios que o produto propõe ou que o consumidor espera que ele ofereça.

Ao adquirir um certo tipo de lápis você pode esperar que ele o diferencie e o destaque no grupo de desenhistas que freqüenta, fazendo isso ele determinará que tem a qualidade esperada.
Por essa razão vamos encontrar muitos produtos que além da efetiva qualidade de seus materiais e de seu design acabam recebendo um reconhecimento maior.

Para diferenciar um produto não basta ser o melhor, tem que parecer o melhor.

O consumidor não o compra e leva à um laboratório de testes para verificar suas propriedades físicas, ele perceberá a durabilidade pelo uso, o design por se sentir bem e receber aprovação e aquele algo mais por ser notado e seguido. Não se engane, a falta de qualidades físicas também é notada quando ocorre.

O produto com esse algo a mais é pedido, procurado, recomendado, faz com que determinados grupos se identifiquem.
Nesse rol existem canetas, bolsas, jeans, jóias, carros, bebidas, refrigerantes, vinhos, e mesmo água.

As empresas de modo geral mantêm o conceito da diferenciação pelos materiais, aspectos físicos, esquecendo-se de um fator importante, a marca.
A marca deve representar algo no mercado e principalmente na mente do consumidor. Para aquela que se destaca tudo que a carrega é considerado de excelente qualidade.
Construir uma marca não é algo fácil, nem sempre barato, nem é possível dizer que colocando somas enormes em campanhas publicitárias esta será um sucesso.

Grandes marcas, de notoriedade mundial, começaram pequenas, foram crescendo com o tempo, apoiadas sempre por uma visão.
Esse é um aspecto fundamental nos negócios, determinar aonde se quer chegar e seguir trabalhando com consistência.

As empresas como são reativas tendem a seguir umas as outras, por que haveria então razão para os consumidores diferenciá-las?
Ao seguir aquilo que o mercado está praticando a empresa está garantido o lugar entre os iguais, nesse caso o que prevalece é o preço, tendo o maior de todos irá para as últimas posições.

Como podemos obter diferenciar se na contratação procuramos profissionais com a mesma identidade da nossa equipe?
Aquele é muito jovem, este é muito velho, outro não tem experiência ou tem demais, este tem cabelos longos, aquele tem tatuagem, é muito baixo, não pode ser homem, ou tem que ser, enfim descartamos toda e qualquer coisa que não atenda nosso padrão mental. Procuramos nos manter na zona de conforto, situação impossível quando se quer diferenciação.

Destacar uma marca é como marcar a fogo, é criar uma personalidade distinta e mostrar ao mundo que ela existe.
Para conseguir diferenciação é preciso ter a disposição de nos expormos às melhores idéias que encontrarmos e tentar trazê-las para nossos negócios.

De onde vêm as novas e boas idéias?
Não são geradas pelas diferenças?

Para isso temos que misturar experiências, culturas e conhecimentos, portanto meu caro a sua commodity é a sua visão quem faz, na hora de contratar procure pela diferença e não pela igualdade.
Não precisa concordar comigo, as pessoas continuarão a comprar os seus produtos, mas pelos menores preços de mercado.

Ivan Postigo é Economista , Bacharel em contabilidade , pós-graduado em controladoria pela USP
Postigo Consultoria de Gestão Empresarial | Fones (11) 4526 1197 / ( 11 ) 9645 4652 | ipostigo@terra.com.br

Sistema inspirado no Nespresso é voltado para a família e conta com modelo de negócio amplo

Por Bruno Mello, do Mundo do Marketing | 07/06/2010
bruno@mundodomarketing.com.br

nescafe dolce gusto maquina Nestlé aposta em Nescafé Dolce Gusto para a massaAos poucos, as cafeteiras que por anos a fio fizeram o café da manhã tradicional dos brasileiros sairão de casa pela porta da cozinha. Enquanto isso, pela porta da frente, entrará em cena uma máquina capaz de produzir café expresso, cappuccino e chocolate quente para toda família. Pelo menos esta é a aposta da Nestlé ao lançar o Nescafé Dolce Gusto com força total, depois de introduzir o modelo lançado na Europa em 2006 e por aqui no ano passado, sendo o primeiro país da América do Sul a receber a novidade.

Nescafé Dolce Gusto aposta num modelo que une uma marca reconhecida a um desejo latente do consumidor brasileiro da classe média: preparar em casa as mesmas bebidas que está acostumado a degustar nas cafeterias. Tudo isso, aliado à facilidade de utilizar a máquina com sistema de cápsulas, a um design diferenciado e a um preço acessível. Qualquer semelhança com o seu primo rico Nespresso não é mera coincidência.

O novo produto foi desenvolvido para preencher um espaço que não estava sendo atendido por Nespresso por conta do preço, da marca e do modelo de distribuição. Uma máquina que prepara apenas o espresso tradicional pode custar até R$ 3 mil e um dos sistemas Nespresso mais em conta sai por R$ 1 mil. Já Dolce Gusto pode ser adquirido por R$ 600,00. Enquanto Nespresso é super premium, focado no café gourmet, na seleção de sabores de café e é vendido em boutiques próprias, Nescafé Dolce Gusto é para massa, com bebidas à base de café e vendido no grande varejo, desde lojas de eletrodomésticos e até supermercados.

Novidade para a família
O posicionamento de Dolce Gusto é de uma máquina – desenvolvida em parceria com a Arno – voltada para a família por ter uma variedade de bebidas, como o espresso tradicional, o espresso intenso, o caffè lungo, o cappuccino, o latte macchiato, com uma combinação do expresso com o leite, e Chococino, um chocolate quente. “O consumidor queria ter estas bebidas diferentes dentro de casa”, aponta Liliam Mirando, Diretora de Cafés e Bebidas da Nestlé. “Ele está ávido por novidade e tinha oportunidade para oferecer uma opção diferente com qualidade e valor”, completa, em entrevista ao Mundo do Marketing.

A Nestlé levou dois anos para lançar o sistema no Brasil, porque desenvolveu pesquisas quantitativas e qualitativas com consumidores e com revendedores. Descobriu-se que um dos motivos para não comprar as máquinas de espresso, além do preço, era a dificuldade de se preparar a bebida. A multinacional também introduziu o produto de forma gradual para poder corrigir eventuais falhas que, segundo a empresa, não ocorreram. “Queríamos entender a aceitação do consumidor num primeiro momento”, afirma Liliam.

Nescafé Dolce Gusto chegou às lojas primeiro em São Paulo, no Paraná, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul. “A aceitação do consumidor tem sido ótima. Os produtos têm surpreendido o cliente”, comemora a executiva. Os próximos mercados a venderem o produto são Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte. Todas as cidades brasileiras, no entanto, podem receber as máquinas pelo fato da companhia vender também pela internet.

nescafe dolce gusto Nestlé aposta em Nescafé Dolce Gusto para a massaDesign faz a diferença
O público-alvo do produto é amplo. São pessoas que gostam de café, acostumas às cafeterias e que queiram bebidas de qualidade em casa também. Há consumidores que escolhem lugares de destaque na cozinha ou na sala de jantar para exibir a máquina. A ideia é justamente expor o design diferenciado que ganha cor preta, branca ou vermelha, a mais vendida. Outro atributo do produto valorizado é a personalização. Com Dolce Gusto é possível preparar um café com leite com menos café ou menos leite.

E é no ponto-de-venda que a Nestlé está destacando estas características. Um dos desafios é mostrar que é simples preparar um café espresso. As ações de degustação representam um dos principais pilares de promoção. “Há um mito de que manusear uma máquina de café espresso é difícil. Mostramos que é simples, fácil e é só apertar um botão”, explica Liliam Mirando, da Nestlé.  “Temos trabalhado para ter uma conversa próxima com o consumidor para explicar sobre o conceito”, ressalta a Diretora, que estima já ter impactado mais de um milhão de pessoas no PDV.

Outro ponto de alto investimento para a marca é a comunicação. Nescafé Dolce Gusto ganhou o Brasil com comerciais na TV e com merchandising em programas como O Aprendiz, da Rede Record. Agora, a meta é fazer o consumidor comprar. “Gostaríamos que cada brasileiro tivesse uma máquina em casa”, conta Liliam. “Somos referência na produção e devemos ser também no consumo. Dolce Gusto é a democratização do café de qualidade”, acredita.

nescafe dolce gusto xicaras Nestlé aposta em Nescafé Dolce Gusto para a massa

Fonte: http://www.mundodomarketing.com.br/1,14461,nestle-aposta-em-nescafe-dolce-gusto-para-a-massa.htm

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