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Geração Y, Quem são eles?

Por Alexandre Rocha

Na década de 80 jovens e digamos, “recém-adultos”, tinham um jeito rebelde bem característico. Um toque de revolta nos atos, forma de vestir e em suas letras de música. Na época aqui em solo Brasileiro bandas como a Legião Urbana e Capital Inicial apresentavam letras carregadas de mensagens com objetivo de mostrar a consciência do jovem a respeito de tudo que lhes era imposto ou incomodava e também daquelas “coisas de gente grande”, assuntos até então bem longe de seu alcance visual. Lá fora o ritmo da juventude era o mesmo (talvez mais violento) e a banda irlandesa U2 também mostrava letras com preocupação política como o clássico Sunday Bloody Sunday em referência ao incidente do Domingo Sangrento em Derry na Irlanda do Norte.

Y Gen Geração Y, Quem são eles?

Muito da atitude consciente do jovem moderno sem dúvida é reflexo de toda a personalidade que os adultos de hoje mostraram no auge da Geração Coca-Cola, abrindo portas e dando voz à juventude. Algum tempo depois o mundo mudou e chegamos a Geração Y, também conhecida como geração do milênio, constituída por nascidos entre as décadas de 80 e 90 (há quem afirme que o período inicia-se na década de 70). Entre seus traços mais marcantes estão a facilidade de lidar com tecnologia e a internet, dada pelo seu desenvolvimento na época onde grandes avanços ocorreram em tais aspectos e o acesso à tecnologia começou sua forma mais ampla. Ver artigo completo »

Por José Cledson de Lima Silva

Vamos voltar a mais ou menos duas décadas atrás, quando o boom da internet ainda estava iniciando.

Analisemos como o marketing e suas varias combinações trabalhavam para que um produto chegasse às mãos de um consumidor.
Pensaram?

Só para refletirmos com mais clareza, vamos repensar o habitual e já consagrado composto mercadológico denominado no universo da ciência da Mercadologia como “Mix de Marketing” ou os “4 p´s”.

Como bem sabemos essas variáveis se adequavam aos vários modelos de negócios de corporações, pois sua aplicação é totalmente moldável de acordo com as estratégias das organizações. Lembrando que esse conceito já evolui na concepção de muitos autores, e já sabemos que a trajetória dos “P´s” está muito mais avançado que as suas 4 variáveis convencionais. Para consenso geral e por motivos de conceituação vamos trabalhar o mais habitual. Ver artigo completo »

Por Cristina Moutella

Ao colocar um site na Internet, uma empresa objetiva vender produtos e serviços, construir ou divulgar uma marca e, principalmente, utilizar esse canal de forma a ganhar mais tempo e dinheiro.

Mas não basta desenvolver um site com design atraente para reter os visitantes. Recursos visuais podem atrair o usuário, mas não possuem argumentos suficientes para mantê-lo ou fazê-lo retornar ao site.

É claro que o usuário espera encontrar um site com apelo visual, mas ele também deseja um ambiente amigável, que permita uma navegação intuitiva e rápida. Se ele não conseguir encontrar o que procura, abandona o site, e pior – não retorna.

Muito se tem discutido sobre a usabilidade dos sites, a propriedade de facilitar a navegação de forma que os usuários encontrem o que procuram rapidamente, resolvam seu problema, saiam falando bem dele e retornem. Do inglês usability, essa propriedade define a facilidade de uso, de interação e de navegação de um site.

Certamente sites mais simples possuem usabilidade superior, mas perdem no quesito visual. Mas visual exagerado e falta de objetividade podem espantar de vez o visitante. É claro que tanto o visual quanto a comunicação com o usuário deve depender do público alvo. Um site para crianças, por exemplo, deve possuir um visual mais colorido, mas se abusar das cores, pode se tornar cansativo. E o fato de ter um visual alegre e descontraído não garante a facilidade no uso. O segredo, então, está no equilíbrio entre design e usabilidade.

KISS, um acrônimo bem humorado de “Keep it simple, stupid!”, reforça aos webdesigners que a melhor tecnologia que pode e deve ser utilizada em um site é a simplicidade. Se as pessoas têm problemas para utilizar um design, não é porque são estúpidas, mas porque o design torna a navegação difícil.

Testar a usabilidade de um site é fundamental. Navegadores experientes podem auxiliar nesses testes, mas deve-se principalmente analisar os motivos que levam um visitante a abandonar um site antes do desejado.

Usabilidade: Atraindo e Fidelizando

Quando um visitante entra em um site pela primeira vez, certamente está buscando por uma informação específica. Se encontra um site rápido, com facilidade de uso, serviços úteis, informações objetivas e sem erros, sua experiência é agradável e a tendência é que retorne.

Mas o fato do site ter sido capaz de gerar uma segunda vista não é garantia da fidelidade do visitante. Alguns aspectos não podem ser esquecidos:

· O conteúdo e os serviços úteis devem ser constantemente atualizados sem serem exaustivos.
· A objetividade deve ser uma constante. Deve-se utilizar textos curtos sem sacrificar a profundidade do conteúdo.
· Novidades são sempre esperadas e devem ser destacadas.
· O site deve ser rápido independentemente do tipo de conexão utilizada pelo usuário.
· O tempo médio de acesso às páginas deve ser mínimo, de forma a implementar o conceito de acessibilidade. Páginas que demoram para carregar podem ser abandonadas antes de exibidas.
· O visual não pode ser exagerado e as tecnologias utilizadas devem ser compatíveis com a maioria dos computadores dos usuários, o que significa que deve-se evitar utilizar tecnologias muito recentes e ainda pouco difundidas.

É famosa a afirmação de Jacob Nielsen, guru da usabilidade na Internet: “Nunca usar na construção de uma web uma tecnologia que tenha menos de dois anos e três versões”. Deve-se evitar a utilização de tecnologias novas, pois a maior parte dos usuários ainda não as possui e o site certamente não irá funcionar adequadamente.
Nada disso invalida a utilização de recursos multimídia, mas esses devem ser utilizados com moderação, sobrepondo a usabilidade ao design e garantindo que não haverá perda de performance. Efeitos avançados, em lugares adequados, podem ser argumentos a favor se utilizados com harmonia, caso contrário, podem espantar de vez os visitantes.

Usabilidade e Arquitetura da Informação

A definição da estrutura lógica de navegação de um site é fundamental para seu sucesso. A organização da informação deve ser tal que o usuário jamais se perca e encontre rapidamente o que procura.
As funcionalidades oferecidas devem ser disponibilizadas hierarquicamente. A largura (número de opções por nível) e a profundidade (número de níveis) da hierarquia deve ser tal que não ofereça opções demais nem faça com que os usuários cliquem um número excessivo de vezes para chegar à informação desejada. Se os usuários tiverem que navegar por mais de 4 níveis para encontrar o que desejam, podem simplesmente desistir do site. O ideal é que o visitante encontre o que procura em, no máximo, 3 clicks.
Como a redação de um site não é linear, não podemos pensar linearmente ao definir a arquitetura da informação. A qualquer momento da navegação, o usuário deve poder saber onde está e como ir e voltar para onde quiser. Um site deve proporcionar acesso direto a todas as seções de forma clara, estruturada e objetiva.
Ao projetar a arquitetura da informação, deve-se prever possíveis crescimentos e alterações. Se o site mudar muito, o usuário se desorienta e perde a familiaridade, podendo abandoná-lo. Mas se não mudar, ele se cansa. Novidades devem ser uma constante sem causar desconforto ou confusão. As mudanças no design não podem ser bruscas e devem manter a identidade do site.
O segredo do sucesso do site é a satisfação do usuário, que deve perceber sua integração, harmonia e utilidade.
Para ficar de olho nos recursos e tendências do momento, procure visitar os concursos de sites na Internet e aprenda observando os melhores.

Cristina Moutella é especialista em Comunicação em mídias interativas e Gestão de projetos web e conteúdos. Site: http://cmoutella.sites.uol.com.br

Redes Sociais.BR

Por Cristina Moutella

Ao colocar um site na Internet, uma empresa objetiva vender produtos e serviços, construir ou divulgar uma marca e, principalmente, utilizar esse canal de forma a ganhar mais tempo e dinheiro.
Mas não basta desenvolver um site com design atraente para reter os visitantes. Recursos visuais podem atrair o usuário, mas não possuem argumentos suficientes para mantê-lo ou fazê-lo retornar ao site.

É claro que o usuário espera encontrar um site com apelo visual, mas ele também deseja um ambiente amigável, que permita uma navegação intuitiva e rápida. Se ele não conseguir encontrar o que procura, abandona o site, e pior – não retorna.

Muito se tem discutido sobre a usabilidade dos sites, a propriedade de facilitar a navegação de forma que os usuários encontrem o que procuram rapidamente, resolvam seu problema, saiam falando bem dele e retornem. Do inglês usability, essa propriedade define a facilidade de uso, de interação e de navegação de um site.

Certamente sites mais simples possuem usabilidade superior, mas perdem no quesito visual. Mas visual exagerado e falta de objetividade podem espantar de vez o visitante. É claro que tanto o visual quanto a comunicação com o usuário deve depender do público alvo. Um site para crianças, por exemplo, deve possuir um visual mais colorido, mas se abusar das cores, pode se tornar cansativo. E o fato de ter um visual alegre e descontraído não garante a facilidade no uso. O segredo, então, está no equilíbrio entre design e usabilidade.
KISS, um acrônimo bem humorado de “Keep it simple, stupid!”, reforça aos webdesigners que a melhor tecnologia que pode e deve ser utilizada em um site é a simplicidade. Se as pessoas têm problemas para utilizar um design, não é porque são estúpidas, mas porque o design torna a navegação difícil.
Testar a usabilidade de um site é fundamental. Navegadores experientes podem auxiliar nesses testes, mas deve-se principalmente analisar os motivos que levam um visitante a abandonar um site antes do desejado.

Usabilidade: Atraindo e Fidelizando

Quando um visitante entra em um site pela primeira vez, certamente está buscando por uma informação específica. Se encontra um site rápido, com facilidade de uso, serviços úteis, informações objetivas e sem erros, sua experiência é agradável e a tendência é que retorne.
Mas o fato do site ter sido capaz de gerar uma segunda vista não é garantia da fidelidade do visitante. Alguns aspectos não podem ser esquecidos:

· O conteúdo e os serviços úteis devem ser constantemente atualizados sem serem exaustivos.
· A objetividade deve ser uma constante. Deve-se utilizar textos curtos sem sacrificar a profundidade do conteúdo.
· Novidades são sempre esperadas e devem ser destacadas.
· O site deve ser rápido independentemente do tipo de conexão utilizada pelo usuário.
· O tempo médio de acesso às páginas deve ser mínimo, de forma a implementar o conceito de acessibilidade. Páginas que demoram para carregar podem ser abandonadas antes de exibidas.
· O visual não pode ser exagerado e as tecnologias utilizadas devem ser compatíveis com a maioria dos computadores dos usuários, o que significa que deve-se evitar utilizar tecnologias muito recentes e ainda pouco difundidas.

É famosa a afirmação de Jacob Nielsen, guru da usabilidade na Internet: “Nunca usar na construção de uma web uma tecnologia que tenha menos de dois anos e três versões”. Deve-se evitar a utilização de tecnologias novas, pois a maior parte dos usuários ainda não as possui e o site certamente não irá funcionar adequadamente.
Nada disso invalida a utilização de recursos multimídia, mas esses devem ser utilizados com moderação, sobrepondo a usabilidade ao design e garantindo que não haverá perda de performance. Efeitos avançados, em lugares adequados, podem ser argumentos a favor se utilizados com harmonia, caso contrário, podem espantar de vez os visitantes.

Usabilidade e Arquitetura da Informação

A definição da estrutura lógica de navegação de um site é fundamental para seu sucesso. A organização da informação deve ser tal que o usuário jamais se perca e encontre rapidamente o que procura.
As funcionalidades oferecidas devem ser disponibilizadas hierarquicamente. A largura (número de opções por nível) e a profundidade (número de níveis) da hierarquia deve ser tal que não ofereça opções demais nem faça com que os usuários cliquem um número excessivo de vezes para chegar à informação desejada. Se os usuários tiverem que navegar por mais de 4 níveis para encontrar o que desejam, podem simplesmente desistir do site. O ideal é que o visitante encontre o que procura em, no máximo, 3 clicks.
Como a redação de um site não é linear, não podemos pensar linearmente ao definir a arquitetura da informação. A qualquer momento da navegação, o usuário deve poder saber onde está e como ir e voltar para onde quiser. Um site deve proporcionar acesso direto a todas as seções de forma clara, estruturada e objetiva.
Ao projetar a arquitetura da informação, deve-se prever possíveis crescimentos e alterações. Se o site mudar muito, o usuário se desorienta e perde a familiaridade, podendo abandoná-lo. Mas se não mudar, ele se cansa. Novidades devem ser uma constante sem causar desconforto ou confusão. As mudanças no design não podem ser bruscas e devem manter a identidade do site.
O segredo do sucesso do site é a satisfação do usuário, que deve perceber sua integração, harmonia e utilidade.
Para ficar de olho nos recursos e tendências do momento, procure visitar os concursos de sites na Internet e aprenda observando os melhores.

Cristina Moutella é especialista em Comunicação em mídias interativas e Gestão de projetos web e conteúdos. Site: http://cmoutella.sites.uol.com.br

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