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Por Alexandre Rocha

Você pode até não saber do que se trata quando alguém fala sobre o Grupo Camargo Corrêa, ou São Paulo Alpargatas, mas é quase impossível que não conheça o conforto e a sensação de liberdade proporcionada pelas suas mundialmente conhecidas sandálias Havaianas.

De fato o produto não era lá essas coisas há algumas décadas, mas sua evolução (e esforços de Marketing), resultaram em um produto líder e até mesmo desejado, com variações de cor e modelos que transformaram o seu público-alvo em uma legião de colecionadores.

Confira algumas peças com a comunicação Havaianas pelo mundo.

 Não deforma, não tem cheiro, não solta as tiras

Europa

 Não deforma, não tem cheiro, não solta as tiras

Europa

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Loctite Super Glue: Piggy Bank

piggy bank Loctite Super Glue: Piggy Bank

Agência: DDB Tribal Group, Vienna, Austria
Direção Executiva de Criação: Eric Schöffler, Hannes Böker
Diretor de Criação: Bernhard Rems
Diretor de Arte: Dietmar Kreil
Arte Digital: Viennapaint
Publicado em novembro de 2011

Por Alexandre Rocha

Ninguém é imune ao câncer de mama. Quando falamos sobre câncer de mama, não há mulher ou super-mulher. Todas têm que fazer o autoexame mensalmente. Lute conosco contra o inimigo e em caso de dúvida fale com o seu médico.

O conjunto de peças que apresento neste post foi criado pela agência DDB, de Maputo em Moçambique, que utilizou-se de um conceito bem interessante, mostrando heroínas fazendo alusão ao autoexame, na proposta de conscientizar o público de que não há super-mulher quando se trata de câncer de mama, vilão que  por ano registra mais de 1 milhão de novos casos pelo mundo. O câncer de mama não faz distinção alguma de classe social, e sua incidência tem aumentado tanto em países em desenvolvimento quando desenvolvidos.

A importância da prevenção está no fato de que existem procedimentos e cuidados que podem salvar a vida de quem apresenta o quadro. Segundo o INCA, o câncer de mama é responsável por apenas 6,6% de todas as mortes por câncer no Brasil, ficando atrás até mesmo de problemas cardíacos e derrames cerebrais. Cerca de 22% dos casos de câncer de mama regridem mesmo sem intervenção, porém não convém contar com a sorte quando há um autoexame tão simples não é mesmo?

E aí, curtiu? Compartilhe!

alcc wonder Associação da Luta Contra o Câncer Ver artigo completo »

Por Alexandre Rocha

A AMR (Associação Mineira de Reabilitação) é uma organização filantrópica, que atende a cerca de 500 crianças e adolescentes carentes com deficiência física ocasionadas em sua maioria por paralisia cerebral e outras síndromes. Como toda organização filantrópica, a AMR precisa arrecadar fundos para continuar lutando pela causa, e para buscar recursos de forma mais eficiente, mesmo as organizações sem fins lucrativos precisam usar como recurso a Publicidade.

Neste post você encontra o trabalho da mineira AgênciaNew360, que realizou um brilhante trabalho onde cédulas do Real (moeda brasileira) e Dólares são montadas de maneira a compor palavras de impacto e incentivo, relacionadas ao conceito da campanha.

ad acredite en Quando a ideia é boa, até o dinheiro fala pela causa.

Acredite.

“Believe
An donation is a huge incentive.
Help children suffering from Celebral Palsy.
Make a donation www.amr.org.br
AMR
Rehabilitation Association of Minas Gerais”

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Por Alexandre Rocha

Quanto tempo faz que você não se depara com um anúncio que possa realmente ser visto como uma bela amostra de arte? Globalização, varejo, banalização de ciências tão séries quanto duramente complexas como o Marketing, têm alimentado o monstro que surge da combinação entre um cliente que molda a todo custo o trabalho das agências a seu “complexo de hyper experiência”, e a agência como organismo que cede sem muita dificuldade às pressões por medo de perder mais uma conta.

É claro que agências de grande porte ainda conseguem muito bem atuar de maneira a elaborar conceitos, boas ideias e por vezes até a genialidade, contudo, o cenário atual conta com a realidade do “pra ontem”, parceiro do “o quanto antes” e grande amigo do “é só uma artezinha”.

Para refrescar as idéias, apresento um trabalho inspirador executado para a Lamborghini, cujo produto apresentado é o Aventador, que surge para substituir o  Lamborghini Murciélago, trazendo para seu público alvo design encantador e arrojado, 700 cavalos de potência e muita atitude!

O conceito embarcado nas peças é bastante interessante além do trabalho artístico, e tem seu ponto central no ditado “A verdade dói” (ou fere, traduzindo ao pé da letra). São diferentes cenas que fazem alusão ao efeito que os 700HP do Aventador podem exercer em quem experimenta a velocidade, de acordo com algumas personalidades da mídia.

Confira as imagens e fique à vontade para comentar sobre o artigo, é sempre bem vindo!

 Lamborghini Aventador REAL ART!

 

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Por Ricardo Mallet

O conceito de clima organizacional tem despertado um interesse crescente nos administradores brasileiros desde a década de 70. Não por acaso ou modismo, mas por puro pragmatismo. O que a prática tem demonstrado é que há uma relação direta entre o clima do ambiente de trabalho, a produtividade, a capacidade de inovação e, conseqüentemente, a lucratividade. Um estudo conduzido pela Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas (EAESP-FGV) validou este conhecimento essencialmente empírico ao demonstrar que entre 1997 e 2005 as Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil apresentaram retorno 170% acima do Índice Ibovespa e rentabilidade do patrimônio líquido de 17,8%, resultado superior à média das 500 Maiores Empresas do Brasil (11,3%).

O estudo revela que o mercado brasileiro está definitivamente deixando para trás a era em que os ativos tangíveis, como máquinas e estoques, eram os únicos que movimentavam a economia. Estamos entrando num território altamente complexo e subjetivo, onde as pessoas – suas crenças, valores, comportamentos e relacionamentos – passam a ser determinantes para o sucesso ou o fracasso do seu negócio.

O que é clima organizacional?

Clima organizacional é a qualidade do ambiente que é percebida ou experimentada pelos participantes da empresa e que influencia o seu comportamento. É aquela “atmosfera psicológica” que todos nós percebemos quando entramos num determinado ambiente e que nos faz sentir mais ou menos à vontade para ali permanecer, interagir e realizar. Ver artigo completo »

O cliente tem sempre razão?

Uma simples pergunta que traz consigo a complexa lacuna entre sucesso e fracasso nos negócios.

Por Alexandre Rocha

 

Há algum tempo ainda era comum ver pessoas afirmarem com toda sua certeza que quando se trata de negócios é o cliente quem tem sempre razão, uma posição tão perigosa quanto tragicamente errada. O tempo passou e as coisas mudaram até que os mais antenados e conscientes sabem que a história não é bem assim, afinal há uma enorme distância entre o cliente ser a sua razão de existir e sempre estar certo.

Vamos comparar os negócios com um relacionamento homem-mulher e você entenderá rapidamente que também corresponde a uma relação onde deve haver perfeito equilíbrio com a compensação de oferta e demanda que há entre as partes, impedindo que uma delas haja de forma arbitrária. Um casal decide em parceria a programação de uma noite de lazer de maneira que o evento seja igualmente interessante para ambos, assim como uma empresa não apenas cria e lança ao mercado um produto do seu jeito da forma que “acha” que deve ser (ao menos na teoria não pode ser assim!). Há sempre ao menos o mínimo de estudo das necessidades e desejos do consumidor (mesmo que este ainda nem saiba que tem potencial para ser).

Não, eu não defendo aqui a idéia de um posicionamento em que a empresa deve prevalecer ou que o cliente não sabe o que é melhor para si, o ponto é que erros podem acontecer da parte de ambos. As empresas precisam cuidar de pesquisa e desenvolvimento para entregar aquilo que é mais próximo de atender preferencialmente a toda a sua fatia de mercado, o que é uma missão de extrema dificuldade. Além disso, as organizações precisam aceitar que a rejeição do público a um determinado produto ou serviço pode sim ser resultante de uma falha na idealização, produção ou entrega do mesmo, o cliente por sua vez deve ser informado sempre de forma clara, objetiva e principalmente verdadeira sobre tudo o que envolve a relação de consumo para afastar o risco de sequer precisar descobrir o certo e o errado em alguma situação adversa. Ver artigo completo »

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