Arquivo de Tags: mercado


Por Alexandre Rocha

Você pode até não saber do que se trata quando alguém fala sobre o Grupo Camargo Corrêa, ou São Paulo Alpargatas, mas é quase impossível que não conheça o conforto e a sensação de liberdade proporcionada pelas suas mundialmente conhecidas sandálias Havaianas.

De fato o produto não era lá essas coisas há algumas décadas, mas sua evolução (e esforços de Marketing), resultaram em um produto líder e até mesmo desejado, com variações de cor e modelos que transformaram o seu público-alvo em uma legião de colecionadores.

Confira algumas peças com a comunicação Havaianas pelo mundo.

 Não deforma, não tem cheiro, não solta as tiras

Europa

 Não deforma, não tem cheiro, não solta as tiras

Europa

vermais Não deforma, não tem cheiro, não solta as tiras

O cliente tem sempre razão?

Uma simples pergunta que traz consigo a complexa lacuna entre sucesso e fracasso nos negócios.

Por Alexandre Rocha

 

Há algum tempo ainda era comum ver pessoas afirmarem com toda sua certeza que quando se trata de negócios é o cliente quem tem sempre razão, uma posição tão perigosa quanto tragicamente errada. O tempo passou e as coisas mudaram até que os mais antenados e conscientes sabem que a história não é bem assim, afinal há uma enorme distância entre o cliente ser a sua razão de existir e sempre estar certo.

Vamos comparar os negócios com um relacionamento homem-mulher e você entenderá rapidamente que também corresponde a uma relação onde deve haver perfeito equilíbrio com a compensação de oferta e demanda que há entre as partes, impedindo que uma delas haja de forma arbitrária. Um casal decide em parceria a programação de uma noite de lazer de maneira que o evento seja igualmente interessante para ambos, assim como uma empresa não apenas cria e lança ao mercado um produto do seu jeito da forma que “acha” que deve ser (ao menos na teoria não pode ser assim!). Há sempre ao menos o mínimo de estudo das necessidades e desejos do consumidor (mesmo que este ainda nem saiba que tem potencial para ser).

Não, eu não defendo aqui a idéia de um posicionamento em que a empresa deve prevalecer ou que o cliente não sabe o que é melhor para si, o ponto é que erros podem acontecer da parte de ambos. As empresas precisam cuidar de pesquisa e desenvolvimento para entregar aquilo que é mais próximo de atender preferencialmente a toda a sua fatia de mercado, o que é uma missão de extrema dificuldade. Além disso, as organizações precisam aceitar que a rejeição do público a um determinado produto ou serviço pode sim ser resultante de uma falha na idealização, produção ou entrega do mesmo, o cliente por sua vez deve ser informado sempre de forma clara, objetiva e principalmente verdadeira sobre tudo o que envolve a relação de consumo para afastar o risco de sequer precisar descobrir o certo e o errado em alguma situação adversa.

vermais O cliente tem sempre razão?

Por Alexandre Rocha

Criar uma capa que identifique o público mais jovem com toda sua criatividade, genialidade e criatividade. Uma missão que chega a ser tão complicada quanto divertida, ainda mais quando se trata de uma marca que nos deixa livre para ousar como o Curso Predileção. Sem fugir da identidade visual da marca, porém propondo um tema diferente, aqui temos o resultado do que virá em 2011 para os alunos do preparatório para as escolas técnicas.

5471092493 0d3189d4f8 z Capa para material didático – Curso Predileção

Por Alexandre Rocha

A rede de academias Body Fitness oferece qualidade e conforto para o aluno cuidar de sua saúde e bem estar, mas como diriam os Titãs “A gente não quer só comida, a gente quer comida diversão e arte…” , então a rede Body Fitness oferece aos alunos através de parceria com a Exclusive Lounge o benefício de descontos de 50% na entrada. Assim você cuida do corpo e ainda aproveita pra curtir a noite em alto estilo na Exclusive Lounge. Informe-se na recepção da sua unidade Body Fitness.

5471640310 de07d8b3a4 b Body Fitness & Exclusive Lounge

Por Alexandre Rocha

Assim como quase tudo pode ser observado de um diferente ângulo, cuidado, seu posicionamento pode fazer com que você seja interpretado de forma diferente do esperado. Em outras palavras, digo que a “imagem” da sua marca como você lança ao mercado é determinante dentre outras coisas para atrair perfis bem específicos de consumidor, uma faca de dois gumes.

vermais Posicionamento     Diga me com quem andas...

AllRox em Portugal

500px Flags of Brazil and Portugal.svg  AllRox em Portugal

Em virtude da frequência e do grande volume de acessos originados de Portugal, criaremos gratuitamente conceito e artes para uma campanha publicitária de mídia impressa.

Para concorrer envie um motivo para sua empresa ser escolhida para o twitter @allrox usando a hashtag #allroxemportugal, o melhor motivo fatura a campanha.

Empresas de qualquer segmento e porte podem participar, não fique de fora!

Por Alexandre Rocha

INTRODUÇÃO

Um dos pontos mais críticos quando o assunto são as Startups é de fato o capital para o desenvolvimento do negócio com solidez, sustentabilidade. Dentre as formas de obtenção de capital para fazer um novo negócio “decolar”, estão a utilização de poupança dos fundadores, o processo de bootstrapping e empréstimos bancários, porém todos estes possuem suas limitações principalmente quando o investidor não possui muitas garantias.

Uma prática relativamente nova no país utilizada para captar recursos financeiros e acelerar o desenvolvimento ou instalação de startups é o Capital de Risco (Private Equity ou Venture Capital), uma forma de aplicação financeira com características de injeção de recurso para quem recebe e investimento bastante rentável para quem está na outra ponta na transação.

O início das aplicações no perfil do Capital de Risco data de cerca de 100 anos a.c. na Roma de Júlio César, quando o rico comerciante Marco Crasso tornou-se o primeiro capitalista de risco do império, possivelmente até mesmo da história.

Após a tomada de cidades pelo império romano, Crasso financiava empreendedores dispostos a construir novas bases, banhos, estradas e prédios. Mais tarde, recebia parte dos lucros desses empreendimentos como taxa de retorno, assim tornou-se o homem mais rico da Roma de Júlio César.

O capital de risco no Brasil tem entre seus pioneiros Clóvis Meurer, hoje vice-presidente da Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital (ABVCAP) instituição sem fins lucrativos, voltada ao desenvolvimento, estímulo e propagação de investimentos de longo prazo no setor real da economia brasileira, a partir de veículos de investimento e capitalização de empresas e projetos empresariais e de infra-estrutura.

Parte desta pesquisa é fundamentada no relatório “Overview do Setor de Venture Capital & Private Equity” contendo dados atualizados até dezembro de 2008 da Associação Brasileira de Private Equity & Venture Capital, reforçado por pesquisa paralela sobre a história e funcionamento do capital de risco.

vermais Capital de Risco   Uma “nova” fonte de recursos para startups

Powered by WordPress. Tema: Motion de 85ideas.
Data Recoveryforex trading